terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Carta Para Todos os Bancos

Podia ser para todos os bancos

Se você não tem conta em nenhum banco, é bom ler a carta, para convencer-se que é feliz, e continuará feliz se não ter uma conta em um banco.

Conteúdo da Carta:

“CARTA ABERTA AO BRADESCO
Senhores Diretores do Bradesco,
Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia.
Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.


Por qualquer produto adquirido (um pãozinho, um remédio, uns litros de combustível etc) o usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima.
Que tal?
Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.
Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.


Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.
Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.
Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.
Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar.


Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta".
Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.
Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos.


Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".
- Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00.
- Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua".
- A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho".
- Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer.
Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.


Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma?
Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central.
Sei disso.
Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco. Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados.
Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade.”

Autor: Não Indentificado

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Signo de Peixes )-(

signo-de-peixes-9bcd4 Com o derradeiro mês do Verão temos o trânsito do Sol pelo signo de Peixes, o último da jornada zodiacal. A Astrologia orienta-se pela sequência das estações e o fim do Verão marca o final de mais um ciclo da natureza.


A passagem do Sol por Peixes simboliza uma conclusão daquilo que foi vivido nos últimos 12 meses. As sementes materiais e espirituais do que plantamos durante todo este período mostram enfim o seu resultado. As condições que nos cercam, o nosso estado de espírito, a capacidade de integração com o ambiente e o nosso senso de segurança psíquica e emocional estarão diretamente envolvidos com as experiências obtidas ao longo do ano.
Por isso, o momento sugere um balanço que vá além das conquistas e metas realizadas nos últimos meses, e passa justamente pelo grau de evolução (positiva ou negativa) que conseguimos atingir enquanto seres espirituais encarnados na realidade mundana. Em princípio, cada novo ciclo da Natureza oferece a oportunidade de nos aperfeiçoarmos na busca de um envolvimento cada vez mais “total” com a essência dos nossos verdadeiros propósitos e com o Cosmo. Será que temos agido de modo mais comprometido com o desenvolvimento do nosso ser?
Peixes deveria representar o momento em que as pessoas se deparam com a magia da natureza sazonal da Terra e do Cosmo, servindo de pano de fundo para a reflexão sobre como podemos nos tornar indivíduos melhores e mais integrados, para podermos ser mais conscientes e fecundos ainda. A eterna transição entre as estações é um movimento sagrado, inerente à condição humana e ao meio ambiente em que vivemos. Esta é, portanto, uma ótima ocasião para meditarmos sobre o significado da nossa existência, o que temos plantado para a nossa vida e qual o destino que realmente se afina com as diversas potencialidades que o nosso espírito possui.
Se Aquário, o signo imediatamente anterior a Peixes, marca uma integração da pessoa com os grupos e a sociedade de maneira geral, Peixes simbolizará uma forte capacidade de absorção dos diversos estímulos que advêm de toda a Natureza, e até mesmo do que está além dela.
Peixes revela uma antena de fina sintonia e, por isso mesmo, indica a importância de se ter sempre o cuidado com a exposição indiscriminada a toda sorte de influências. Um de seus planetas regentes é Netuno, associado a tudo aquilo que fascina, inspira e ilumina do ponto de vista espiritual, mas também àquilo que pode se impregnar de ilusão, entorpecimento e fuga. A tal ponto que Peixes passa a ser vinculado a sacerdotes e médiuns, poetas e artistas, filantropos e pacifistas, mas também a mentirosos e contraventores, escapistas e invejosos, loucos e drogados. No estágio em que a humanidade se situa, a própria espiritualidade apresenta uma faceta negativa e outra positiva, há o bem e há o mal. Daí a importância da sintonia, bem como da forma e com que tipo de energia ela será estabelecida. Importância em não se comportar como uma esponja, e sim como seres conscientemente receptivos às vibrações positivas.


Por ser o derradeiro signo, Peixes marca a passagem para o extramundano. Acaba sendo mais um signo de outro plano/dimensão do que propriamente desta realidade, se pensada como sendo estritamente o senso comum. Peixes se liga a visionários e pessoas capazes de sacrifícios, de tão abnegadas e dispostas a diluírem o egoísmo em prol da compaixão e do amor ao próximo e ao Universo. Não à toa o símbolo primeiro do Cristianismo, que identificava os fiéis entre si quando havia a perseguição dos romanos, eram dois peixes.
Portanto, Peixes ensina o dom da entrega. Em que medida somos capazes de desenvolver compaixão e amor ao próximo e capazes de superar nossos medos e egoísmos proporcionados pela visão autocentrada e pela desconexão com a Natureza e com a vida? Esse é o verdadeiro milagre: fundir-se com o todo e, ao tomar consciência de ser parte dele, transcender a idéia de indivíduo, da própria existência.

Por: Dimitri Camiloto

Via: Yahoo

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Pequeno Incidente…

Durante o vôo, o comandante pega o microfone e fala:
- Senhores passageiros, quem vos fala é o comandante. Estamos voando a uma altitude de 9.800 metros, numa velocidade de 920 quilômetros por hora. Neste momento estamos sobrevoando a cidade de... o que é isso... plóct... pléct... crash... Oh! Meu Deus!
Alguns segundos depois...
- Senhores passageiros, desculpe o susto, mas enquanto eu falava fui pegar a minha xícara de café e acabei derrubando nas minhas calças...
- Ahhh! - fizeram, os passageiros aliviados!
- Puxa! - continuou o comandante, para distrair. - Vocês precisam ver em que estado ficou a parte da frente das minhas calças...
Ao que alguém lá no fundo gritou:
- E o senhor precisar ver em que estado ficou a parte de trás da minha cueca, filho da p(*)!

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Trailer Tron 2: O Legado

 

Elenco: Michael Sheen, Jeff Bridges, Olivia Wilde, John Hurt, Garrett Hedlund, Serinda Swan, James Frain, Bruce Boxleitner, Beau Garrett.

Direção: Joseph Kosinski

Gênero: Ação

Duração: --- min.

Distribuidora: Disney

Estreia: 10 de Dezembro de 2010

Sinopse: 'Tron Legacy' é uma aventura de alta tecnologia em 3D ambientada em um mundo digital diferente de tudo que já foi visto antes na tela do cinema.

Sam Flynn (GARRETT HEDLUND), o especialista em tecnologia de 27 anos filho de Kevin Flynn (JEFF BRIDGES), investiga o desaparecimento do pai e se vê preso no mesmo mundo povoado por programas ferozes e jogos fatais onde seu pai vive há 25 anos. Junto com sua fiel confidente (OLIVIA WILDE) Kevin, pai e filho embarcam em uma jornada de vida e morte por um universo cibernético visualmente deslumbrante que se tornou muito mais avançado e extremamente perigoso.

Curiosidades:
» 'Tron Legacy' é continuação da cultuada ficção-científica 'Tron', de 1982.

» Jeff Bridges retoma seu papel e a direção será de Joseph Kosinski, estreante em longas.

» O vencedor do prêmio Grammy® Daft Punk está compondo a música para TRON: LEGACY.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Novas Cédulas do Real

O Banco Central apresentou nesta quarta-feira a segunda família de cédulas do real. As notas mantiveram as cores e a temática - efígie da República nos anversos e animais da fauna brasileira nos reversos -, mas os elementos gráficos foram redesenhados. A principal novidade, no entanto, está no tamanho, que varia de uma nota para outra: quanto maior o valor, maior a cédula.

Com a mudança no tamanho e a adoção de marcas táteis mais salientes, o BC afirma, em comunicado, que "as novas cédulas do real atenderão a uma demanda dos deficientes visuais, que até então enfrentavam dificuldade em reconhecer os valores das notas."A autoridade monetária ressalta ainda que as novas cédulas, dotadas de recursos gráficos mais sofisticados, "ficarão mais protegidas contra as falsificações.

image

As novas cédulas de R$ 50 e R$ 100 começam a circular ainda no primeiro semestre deste ano. As notas de menor valor - de R$ 2, R$ 5, R$ 10 e R$ 20 - serão trocadas gradualmente até 2012. O lema da campanha de lançamento é "O Real Ficou ainda Mais Forte". As cédulas são assinadas pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, e pelo presidente do BC, Henrique Meirelles.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Loja de Maridos…

LOJA DE MARIDOS

Foi inaugurada em New York , The Husband Store, uma nova e incrível loja, onde as damas vão escolher um marido.
Na entrada, as clientes recebem instruções de como a loja funciona:
Você pode visitar a loja APENAS UMA VEZ!
São seis andares e os atributos dos maridos à venda melhoram à medida que você sobe os andares.
Mas há uma restrição: pode comprar o marido de sua escolha em um andar ou subir mais um.

MAS NÃO PODE DESCER, a não ser para sair da loja, diretamente para a rua.

Assim, uma dama foi até a loja para escolher um marido.

No primeiro andar, um cartaz na porta:
Andar 1 - Aqui todos os homens têm bons empregos.

Não se contentando, subiu mais um andar...

No segundo andar, o cartaz dizia:
Andar 2 - Aqui os homens têm bons empregos e adoram crianças.

No terceiro andar, o aviso dizia:
Andar 3 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças e são todos bonitões.
“Uau!”, ela disse, mas foi tentada e subiu mais um andar.

No andar seguinte, o aviso:
Andar 4 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são bonitos e adoram ajudar nos trabalhos domésticos.
“Ai, meu Deus”, disse a mulher, mas continuou subindo.

No andar seguinte, o aviso:
Andar 5 - Aqui os homens têm ótimos empregos, adoram crianças, são bonitões, adoram ajudar nos trabalhos domésticos, e ainda são extremamente românticos.

Ela insistiu, subiu até o 6º andar e encontrou o seguinte aviso:

Andar 6 - Você é a visitante número 31.456.012 neste andar.
Não existem homens à venda aqui.
Este andar existe apenas para provar que as mulheres são impossíveis de agradar.

Obrigado por visitar a Loja de Maridos.

LOJA DE ESPOSAS

Posteriormente, abriu uma loja do outro lado da rua, a Loja de Esposas, também com seis andares e idêntico regulamento para os
compradores masculinos.

No 1º andar, mulheres que adoram fazer sexo.

No 2º andar, mulheres que adoram fazer sexo e são muito bonitas.

Os andares 3, 4, 5 e 6 nunca foram visitados.

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